domingo, junho 10, 2007

Mais cartas de amor... Dia dos namorados


CORPOS DAS CARTAS

Um baú guardião
de cartas e poeira
presas a um juramento
perdido de amor
amolece pelas frestas,
restaura as dignas palavras
e abre a fecha/dura.

Os corpos das cartas
da eterna ternura
mostram seu papel
corroído e a tinta fiel,
insondável.

Madalena Barranco
Registro na FBN/EDA

Moscatela Roxa (a aprendiz de feiticeira): hum, será que foi aquele enxerido do Duende Lilás que postou essa poesia aí para mim? Está misteriosa – do jeito que eu gosto! Cadê você, duendezinho lilasento? Será que você ainda não entendeu que eu gosto de tudo aquilo que acho feio??


Platinho: minha fantástica amiga... Acho que ele ficou com as orelhas roxas de raiva depois que você o chamou de insosso na postagem passada! Você vai precisar de muita filosofia para atraí-lo de volta ao blog. O outro dia ouvi a Bruxauva resmungando que o Duende Lilás estava triste e havia voltado para o blog do seu criador, o professor Joésio, lá no Portal da Poesia! Há coisas lindas sobre a tristeza no blog do professor.


Moscatela Roxa: oh, volte, meu desquerido! Você é um dos pedacinhos arroxeados mais importantes das veias que abraçam meu meu coração de bruxinha!


Magalena (na versão de tempo frio): minha criatura mais roxa e atrapalhada do blog Morango, bela Moscatela! Se você leu a poesia acima com atenção, verá que o Duende Lilás demorará para voltar aos seus braços, pois as cartas de amor devem ser antigas e ter um pouco de poeira para ganhar aquele charme de amor misterioso e antigo. Se lhe serve de consolo, observe o desenho que o Duende fez de vocês dois dentro de um coração florido...


Beijinhos e descubram o que aconteceu com o casal mais roxo e lilás do blog Morango na próxima postagem.

2 comentários:

  1. Olá
    Cartas de amor...
    ---------
    Reminiscêcias de uma época, que poderei dizer longínqua, atendendo à rápida evolução dos ultimos anos. Creio que hoje as 'cartas de amor' são recordações de uma época relacionada com o facto de todas as crianças terem de ir à escola. Creio que em Portugal a obrigatoriedade de ir à escola foi no ano de 1951, embora possívelmente a lei já existisse.
    Hoje, mesmo na selva, em locais de difícil comunicação, o telefone de satélite, substitui as cartas 'de amor'. _E será que as cartas de amor, não serão cartas de 'enganos'.
    Fica bem.
    E a felicidade por aí.
    Manuel
    http://de-proposito.blogspot.com/

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  2. Nasceu a luz sobre as cidades, agita-se a ilha no encontro com o dia, acorda a emoção, a suave brisa, amanhece o sonho que a vontade guia. A lonjura é a distância da viagem, a idade não cobre os rochedos, passam ventos de encantamento descobrindo mil e um segredos...


    Bom domingo


    Doce beijo

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Plante um moranguinho com seus comentários. A Magalena e sua turma responderão por aqui, ou, diretamente em seus blogs. Obrigada.

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