terça-feira, setembro 18, 2007


GALHOS ABERTOS

Enraizei-me sobre a terra
e ofertei folhas e flores
aos quatro braços do vento.
Implorei água
de galhos abertos
e tombei no leito de fogo
de um lago seco.

Arranquei
os pés
da lama
e a chuva
veio

e lavou
uma
alma humana.

Madalena Barranco
Registro da FBN/EDA


Gnomo Azul: observem a forma da árvore e mirem-se em seus galhos abertos, e em suas flores multicores e em suas raízes presas a terra, que a impedem de correr do ser humano e do inclemente machado para se proteger...


Magalena: muitas árvores velhas tombam nesta época de início de Primavera, porque a Prefeitura de São Paulo, não faz a devida manutenção! Não é apenas plantar e esquecer, para ser humano de verdade é preciso cuidar.

Beijinhos verdes

Um comentário:

  1. Olá, Madalena!
    Tomei a liberdade de publicar este seu poema no meu blogue pessoal
    vitorinices.blogspot.com

    Não ficou bem como devia (tive uns problemas no menú de edição, que me impediram de incluir espaços entre as linhas...) mas penso que se entende a ideia...

    Estou agora a regressar à actividade, depois de umas férias algo "forçadas". Portanto, daqui a alguns dias, já terei tempo e condições (leia-se: acesso a computadores com internet) para visitar mais demoradamente os blogues dos amigos, e conversar.

    Beijos!

    António Vitorino

    ResponderExcluir

Plante um moranguinho com seus comentários. A Magalena e sua turma responderão por aqui, ou, diretamente em seus blogs. Obrigada.

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